sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Programação do Festejo de São Miguel Arcanjo
1ª
Noite: quinta-feira – 22/09/2011
Tema:
Semana Missionária: é um abraço especial
de Deus!
Liturgia:
I leitura = liturgia diária
Evangelho:
Lucas 3, 16-21
Após
a Santa Missa: Leilão
2ª
Noite: sexta-feira – 23/09/2011
Tema:
Semana Missionária: é um tempo especial
de conversão, perdão e reconciliação!
Liturgia:
I leitura = liturgia diária
Evangelho:
Mateus 9, 1-13
Após
a Santa Missa: Leilão
3ª
Noite: sábado – 24/09/2011
Tema:
Semana Missionária: é um tempo especial
de solidariedade e de partilha!
Liturgia:
I leitura = liturgia diária
Evangelho:
João 6, 1-13
Após
a Santa Missa: Leilão
Dia
da festa: domingo – 25/09/2011
> Procissão
às 16:30hs e em seguida Celebração Eucarística de encerramento.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Festa de São Miguel Arcanjo
Festejo de São Miguel Arcanjo
Comunidade Canto do Igarapé
De 22 a 25 de setembro de 2011
Tema central: “Com São Miguel preparamos a
grande Semana Missionária”
CONVITE
Caros irmãos e irmãs
devotos de São Miguel Arcanjo, estamos nos preparando para mais um festejo em
honra ao nosso excelso padroeiro que se realizará nos dias 22 a 25 de setembro
de 2011. Neste ano vamos refletir com o tema central:
Com
São Miguel preparamos a grande Semana Missionária!
Com muita alegria e em sintonia com nossa Paróquia e toda
Diocese, queremos nos preparar para vivenciarmos intensamente a GRANDE SEMANA
MISSIONÁRIA que acontecerá nos dias 13 a 20 de novembro deste ano.
Como sabemos este acontecimento está
relacionado às SANTAS MISSÕES POPULARES, que é promovido pela Igreja de
Parnaíba, em um grande esforço de renovação.
Fazemos o nosso convite todo especial a
toda a família para celebrar conosco estes dias de festa desejando a todos
abundantes bênçãos e graças para você e todos de sua casa!
Fraternalmente em Cristo,
Comunidade Canto do Igarapé.
* Avisos Paroquiais *
* Nos dias 06, 07 e 08 de outubro haverá preparação para o sacramento do matrimônio (casamento), no salão Paroquial Pio X (ao lado da Igreja Matriz) a partir das 19:00hs.* Visitas aos setores missionários:
> Dia 13/09/2011: Visita ao setor branco, na capela da comunidade São José a partir das 19:00hs;
> Dia 14/09/2011: Visita ao setor vermelho, na capela da comunidade Santa Isabel a partir das 19:00hs;
> Dia 15/09/2011: Visita ao setor amarelo, no Salão Paroquial Pio X (ao lado da Igreja Matriz) da comunidade Morros a partir das 19:00hs.
Convidamos todos os missionários a participarem dos encontros nos seus respectivos setores, para programar a nossa Grande Semana Missionária que será realizada de 13 a 20 de novembro de 2011.
Tríduo de São Vicente de Paulo
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Nos dias 9, 10 e 11 de setembro aconteceu em Parnaíba no Centro de
Treinamento Sagrada Família, o Encontro de Catequistas de Crisma que
contou com a presença de vários monitores de crisma das nossas paróquias
de nossa diocese. No encontro também contou com a presença do bispo
diocesano Dom Alfredo Schaffler, que na ocasião ministrou uma parte do
conteúdo do encontro, levando os formadores, a cada vez mais se
aprofundar, e levar este conteúdo para os nossos jovens.Os catequistas que se fizeram presentes representando nossa Paróquia foram: Francisco (Morros), Keila (N.S. da Luz), Rafaela e Juliana (Santa Isabel).
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O dízimo e a sua importância!
A palavra “dízimo” significa décima parte. Presente em outras tradições e culturas, chegou-nos através de inúmeras citações do Antigo Testamento, que atestam sua prática entre os israelitas. No tempo das doze tribos de Israel, a tribo de Levi servia ao altar e era pobre, desprovida de rebanhos e campos para cultivar. Devia ser sustentada pelas outras onze tribos que separavam uma parte de suas colheitas e de seu rebanho e entregavam aos levitas, bem como aos estrangeiros, aos órfãos e às viúvas. O livro do Deuteronômio refere-se a dois tipos de dízimo (Cf. Dt 14, 22-28): um anual e outro trienal. Ano a ano, a décima parte devia ser tomada dos produtos agrícolas e trazida ao Templo para o banquete sagrado. A cada três anos era deixada nas portas para alimentar os pobres.
“Pagar ou não pagar” o dízimo é questão que aflige a uma parcela considerável de católicos. Alguns resistem a participar da pastoral do dízimo em suas comunidades alegando, entre outras coisas, a legendária “riqueza” da Igreja. São católicos até participantes. Têm, contudo, uma idéia antiga de Igreja, considerando-a mera provedora de bens espirituais, não precisando, portanto, de recursos para se manter. O dízimo perdeu a sua força na Igreja católica aqui no Brasil, porque até a proclamação da república, os dízimos eram cobrados pelo estado e este os repassavam à Igreja. Como era um imposto e tinha uma administração falha, perdeu a sua credibilidade e gerou um certo preconceito no meio católico, que perdura até os dias atuais.
A entrega do dízimo não é pagamento. Nenhum cristão “deve” dízimo à Igreja. Ao trazer mensalmente seu dízimo, o fiel não está pagando pelo serviço religioso do qual usufrui. Nem o faz com interesses pessoais, para ganhar bênçãos e assim multiplicar sua renda. A idéia de que Deus recompensa nosso dízimo com riquezas é uma afronta à palavra de Deus. Quem dá esmolas para ficar rico, não dá nada: está fazendo comércio. Quem doa não espera nada em troca.
Há uma mística a se resgatar no gesto da entrega do dízimo: Deus é generoso e clemente. Tudo lhe pertence. Em sua misericórdia criou o mundo e tudo que existe para o bem do ser humano. Ele concede dons, talentos, inspiração, capacidade de criar e trabalhar a todos os viventes. Quem produz algo, o faz porque o Senhor o permite. Revela-se assim o dízimo como um gesto de gratidão para com Aquele a quem tudo devemos.
O dinheiro oferecido de acordo com as posses e consciência de cada um é humilde reconhecimento de que sem Deus nada se é, nada se tem. Mas Deus não precisa de dinheiro, poder-se-ia contra-argumentar. Mas os pobres, seus ministros e a comunidade necessitam se manter. Vê-se aí o dízimo numa dimensão de partilha e solidariedade. Deus se identifica com as necessidades dos pobres e da comunidade. A subsistência da Igreja sempre dependeu da colaboração dos fiéis.
A Igreja Católica não obriga seus fiéis a contribuir com o dízimo. Também não os obriga a doar o valor que corresponde ao sentido da própria palavra: décima parte. São Paulo esclarece em sua segunda carta aos cristãos de Corinto: "Cada um que se dispõe a oferecer o Dízimo o faça conforme suas posses e de acordo com seu coração" (2 Cor 9,7). Há os que doam mais que a décima parte e os que doam bem menos. A quantia em si mesma não importa. Entregar o dízimo não é garantia de salvação. Quem entrega o dízimo não pode se considerar melhor cristão. Por outro lado, embora a palavra dízimo tenha o significado de dez por cento, décima parte, São Paulo nos ensina que a nossa contribuição não necessita se basear num percentual rígido, o critério para definir o valor do dízimo é o impulso do nosso coração. Devemos contribuir com o máximo que o nosso orçamento possa suportar. Assim, quem pode dar 10% não contribua com menos. Quem puder dar 5% não dê 4, quem puder dar 3% não dê 2. "Dê cada um conforme o impulso de seu coração sem tristeza nem constrangimento, pois Deus ama a quem dá com alegria" II Cor. 9,7.
“Pagar ou não pagar” o dízimo é questão que aflige a uma parcela considerável de católicos. Alguns resistem a participar da pastoral do dízimo em suas comunidades alegando, entre outras coisas, a legendária “riqueza” da Igreja. São católicos até participantes. Têm, contudo, uma idéia antiga de Igreja, considerando-a mera provedora de bens espirituais, não precisando, portanto, de recursos para se manter. O dízimo perdeu a sua força na Igreja católica aqui no Brasil, porque até a proclamação da república, os dízimos eram cobrados pelo estado e este os repassavam à Igreja. Como era um imposto e tinha uma administração falha, perdeu a sua credibilidade e gerou um certo preconceito no meio católico, que perdura até os dias atuais.
A entrega do dízimo não é pagamento. Nenhum cristão “deve” dízimo à Igreja. Ao trazer mensalmente seu dízimo, o fiel não está pagando pelo serviço religioso do qual usufrui. Nem o faz com interesses pessoais, para ganhar bênçãos e assim multiplicar sua renda. A idéia de que Deus recompensa nosso dízimo com riquezas é uma afronta à palavra de Deus. Quem dá esmolas para ficar rico, não dá nada: está fazendo comércio. Quem doa não espera nada em troca.
Há uma mística a se resgatar no gesto da entrega do dízimo: Deus é generoso e clemente. Tudo lhe pertence. Em sua misericórdia criou o mundo e tudo que existe para o bem do ser humano. Ele concede dons, talentos, inspiração, capacidade de criar e trabalhar a todos os viventes. Quem produz algo, o faz porque o Senhor o permite. Revela-se assim o dízimo como um gesto de gratidão para com Aquele a quem tudo devemos.
O dinheiro oferecido de acordo com as posses e consciência de cada um é humilde reconhecimento de que sem Deus nada se é, nada se tem. Mas Deus não precisa de dinheiro, poder-se-ia contra-argumentar. Mas os pobres, seus ministros e a comunidade necessitam se manter. Vê-se aí o dízimo numa dimensão de partilha e solidariedade. Deus se identifica com as necessidades dos pobres e da comunidade. A subsistência da Igreja sempre dependeu da colaboração dos fiéis.
A Igreja Católica não obriga seus fiéis a contribuir com o dízimo. Também não os obriga a doar o valor que corresponde ao sentido da própria palavra: décima parte. São Paulo esclarece em sua segunda carta aos cristãos de Corinto: "Cada um que se dispõe a oferecer o Dízimo o faça conforme suas posses e de acordo com seu coração" (2 Cor 9,7). Há os que doam mais que a décima parte e os que doam bem menos. A quantia em si mesma não importa. Entregar o dízimo não é garantia de salvação. Quem entrega o dízimo não pode se considerar melhor cristão. Por outro lado, embora a palavra dízimo tenha o significado de dez por cento, décima parte, São Paulo nos ensina que a nossa contribuição não necessita se basear num percentual rígido, o critério para definir o valor do dízimo é o impulso do nosso coração. Devemos contribuir com o máximo que o nosso orçamento possa suportar. Assim, quem pode dar 10% não contribua com menos. Quem puder dar 5% não dê 4, quem puder dar 3% não dê 2. "Dê cada um conforme o impulso de seu coração sem tristeza nem constrangimento, pois Deus ama a quem dá com alegria" II Cor. 9,7.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Ilha Grande - PI, parabeniza à todos os catequistas!
O Catequista é uma pessoa que diz SIM a Deus, assumi sua missão de batizado e com muito amor e dedicação anuncia “Jesus caminho, verdade e vida”(cf Jo 14,6).
"Que a Santíssima Trindade abençoe todos os catequistas, para que movidos pelo Espírito Santo continuem anunciando sem medo o Evangelho de Cristo Jesus"
Mês da Bíblia
“Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”, com essa frase, de São Jerônimo, que a Igreja celebra, nesse mês de setembro, o Mês da Bíblia. Neste ano, o estudo proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será o Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”. O Mês da Bíblia tem como tema “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”, e o lema “Aproximai-vos do Senhor”.
O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann, escreveu uma mensagem para toda a comunidade cristã que celebra o Mês da Bíblia.
Dom Jacinto pede que todos procurem viver intensamente o esse mês, em todas as comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. “Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão para a Animação Bíblico-catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira animação bíblica da pastoral, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo”, destacou.
O Subsídio
O Subsídio apresenta vários textos para estudo, reflexão, oração e prática para o Mês da Bíblia de 2011. Não pretende dizer tudo, mas apontar pistas para o trabalho individual e comunitário. Foi pensado como material de apoio, isto é, traz elementos informativos a serem desenvolvidos posteriormente e indica também roteiros práticos, que podem orientar grupos de reflexão e leitura orante sobre o assunto.
Leia abaixo a íntegra da mensagem de dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB.
Mês da Bíblia
Mês de Setembro para a nossa Igreja no Brasil já é, por uma bonita tradição, sinônimo de MÊS DA BÍBLIA. O grande São Jerônimo, presbítero e doutor, cuja memória celebramos no final do mês de setembro, dia 30, nos motivou desde o início e motiva ainda hoje para a dedicação do mês de setembro inteiro para ser o da Bíblia. Sabemos da importância do trabalho bíblico de São Jerônimo realizando a tradução da Vulgata; e sua frase é emblemática: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”.
Também já é uma bonita tradição, a CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, oferecer um tema para o Mês da Bíblia para o estudo, a reflexão, a oração e a vivência da Palavra de Deus. O tema pode girar ou em torno de trechos bíblicos, ou de um Livro bíblico, ou até de um conjunto de Livros bíblicos. A escolha do tema para o Mês da Bíblia deste ano de 2011, concentrou-se no trecho do Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”. É necessário olharmos as etapas da travessia desértica do Povo de Deus, saindo do Egito e buscando a Terra Prometida: as dificuldades enfrentadas pelo Povo de Deus, tanto os problemas da natureza, quanto os desafios oriundos pela convivência humana, criaram a necesidade de enraizar e vivenciar a fé, a esperança e o amor em Deus. Queremos aprender com o Povo de Deus a realizarmos a nossa travessia de discipulado e missão. Eis, pois, o tema tão propício para o Mês da Bíblia de 2011: “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”. Mas, o fundamental em tudo isso, é estar próximo ao Senhor Deus. Assim, do capítulo 16, versículo 9, é tirado também o lema: “Aproximai-vos do Senhor”.
Vamos viver intensamente o Mês da Bíblia em todas as nossas comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo.
Dom Jacinto Bergmann,
Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética
Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética
Fonte: CNBB
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Apostolado da Oração do Sagrado Coração de Jesus da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - fundando pelo Monsenhor Roberto Lopes. É um dos movimentos mais antigos presentes em nossa paróquia! Sagrado Coração de Jesus, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!






